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Enviado por Ronaldo Medeiros, jornalista e acadêmico de Direito, Brasília - DF
Viver é melhor que sonhar
O ser humano se forma de sonhos, desejos, prazeres, alegrias, dores e o fato de colocar em prática tudo isso, vivendo.
Através dos sonhos o homem pode ser quem ele quiser, fazer coisas que seriam humanamente impossíveis de serem feitas, sem haver nenhum limite e nem repreensão, pois sonhando o homem não precisa se preocupar em estar fazendo a coisa certa perante a lei.
Os objetivos de uma pessoa são traçados devido aos seus sonhos, e como torná-los realidade, pois uma coisa é sonhar, "bolar” um plano "perfeito", e quando for colocá-lo em prática não ter condição de efetuá-lo com êxito.
Sonhar, agir, ter objetivos, chegar à realização deles, tudo isso está ligado à vida dos seres, cabe a eles se posicionarem da maneira correta para que esses sonhos, objetivos, sejam alcançados. Tudo isso leva à realidade, no "fazer acontecer", pois ninguém vive de sonhos, é necessário uma combinação de sonhar, planejar e agir.
Os grandes ícones de nossa história, como os inventores e pesquisadores também tinham seus sonhos e metas, e receberam destaque por tê-los realizado, vivenciando e presenciando tudo aquilo que um dia foi sonho, ou um pensamento qualquer, mostrando que, "viver é melhor que sonhar".
Enviado por Júlio Cesar de Oliveira Dionízio, 17 anos, estudante do 3ºEM, Barueri - SP
O capital intelectual
Em 1970, a greve dos operários da General Motors reduziu o PIB dos Estados Unidos em cerca de 4%, e acredita-se que foi esta a razão dos míseros 2% de crescimento experimentados pelo país nos anos seguintes.
Hoje, a decadência de todas as indústrias automotivas dos Estados Unidos apenas incide em um ponto porcentual. A quase totalidade do PIB é representada por serviços, o setor terciário. Neste setor, a produção intelectual derivada da educação é crescente. Sem mencionar que, hoje, quase nada se produz sem a intervenção direta das invenções informáticas mais recentes derivadas da academia, desde a produção agrícola nos países exportadores até a indústria pesada, majoritariamente estabelecida em países chamados de emergentes ou em vias de desenvolvimento.
Durante grande parte do século XX, cidades como Pittsburgh, na Pensilvânia, floresceram como centros industriais. Rica e suja, esse tipo de urbe foi uma herança da revolução industrial. Hoje, é uma cidade limpa que vive e é reconhecida por suas universidades.
No último ano, o chamado research corridor de Michigan (consórcio formado pela University of Michigan e a Michigan State University) aportou 14 bilhões de dólares ao Estado só com os benefícios diretos gerados por suas invenções, patentes e pesquisas. Estes benefícios aumentaram no último ano e ainda mais em proporção em um Estado que foi a casa das grandes montadoras do século XX, hoje em decadência.
Ou seja, uma parte dos benefícios diretos derivados da produção de "capital intelectual" de uma universidade no 27º lugar e outra no 71º do ranking nacional dos Estados Unidos soma, em um ano, o mesmo capital monetário que o produzido por um país como Honduras. Este fator de produção intelectual explica, em grande parte, por que só a economia da cidade de Nova York e sua área metropolitana equivale a toda a economia da Índia (em termos nominais internacionais, não de compra interna), um país com mais de um bilhão de habitantes e um grande crescimento econômico graças a sua produção industrial.
Hoje, 90% do PIB dos EUA derivam de bens não manufaturados. O valor monetário de seu capital intelectual é de 5 trilhões de dólares - quase 40% do PIB total -, o que por si só equivale a todas as áreas juntas da dinâmica economia da China.
Se o império americano, como todos os impérios que surgiram e surgirão, pirateou de formas diretas ou indiretas as matérias-primas de outros países, não é menos certo que durante muito tempo e sobretudo hoje os países emergentes e a emergir pirateiam grande parte dos direitos autorais de invenções norte-americanas. Para não mencionar que só a falsificação de marcas norte-americanas rouba aos produtos originais 200 bilhões de dólares por ano, o que supera de longe o PIB total de países como o Chile.
Observando esta realidade, podemos prever que o maior risco dos países emergentes é apoiar seu atual desenvolvimento na exportação de matérias-primas; e o segundo é confiar na prosperidade industrial. Se os países emergentes não tratarem de investir com força na produção intelectual, confirmarão, talvez em uma década ou duas, a divisão de trabalho internacional que sustentou as grandes diferenças econômicas durante os séculos XIX e XX.
Agora está na moda proclamar na mídia do mundo todo que os Estados Unidos estão acabados, quebrados, a três passos da desintegração em quatro países, a dois passos da ruína final. Tenho a impressão de que a metodologia de análise não é de todo precisa, porque, assim como o próprio Ernesto Che Guevara criticava quem elogiava a eficácia da produção industrial socialista ante a capitalista, confunde-se desejo com realidade. O próprio Guevara reclamava que esta paixão impedia uma crítica objetiva ou impedia a percepção de que seu objetivo não era simplesmente a maior produção de coisas.
Quando se fazem prognósticos sobre o ano 2025 ou 2050, em grande medida projeta-se o presente sobre o futuro subestimando as inovações radicais que até mesmo um status quo prolongado pode produzir. No início dos anos 1970, os analistas e presidentes como o próprio Richard Nixon estavam convencidos de que o surgimento e a vitória final da União Soviética sobre os Estados Unidos eram inevitáveis. Os anos 1970 foram anos de recessão e derrotas políticas e militares para o império americano.
Creio que, desde o fim do século passado, todos concordamos que este será um século de maiores equilíbrios internacionais. Não necessariamente mais estável; talvez o contrário. Será um bem para o povo norte-americano e sobretudo para a humanidade que este país deixe de ser a potência arrogante que foi durante grande parte de sua história. Os EUA têm muitos outros méritos aos quais dedicar-se, como também demonstra a história: um povo de inventores profissionais e amadores, de prêmios Nobel, um excelente sistema de universidades e uma classe de intelectuais que abriu caminhos nas mais diversas disciplinas, das humanidades às ciências.
O dramático crescimento do desemprego nos Estados Unidos é a melhor oportunidade de acelerar esta reconversão. Em todas as classificações internacionais, as universidades norte-americanas ocupam a maior parte dos primeiros 50 lugares. Este monopólio não pode ser eterno, mas é ali que se encontra seu principal capital.
Enviado por Jorge Majfud, ensaista uruguaio, professor da Lincoln University, Pennsylvania - EUA
Galera Eu na USP Jr
Ótimo, ótimo, muito bom!
Meus filhos participaram e gostaram muito.
Pude perceber que mesmo tendo conhecido 1/10 do que compões o Campus, seus
horizontes expandiram. Exemplos:
- Meu filho participou com treineiro do ENEN, antes ele nem queria saber do
que se tratava;
- Minha filha levou alguns dos materiais que ganhou para os professores e alguns nem conheciam o que pode ser oferecido para tornar as aulas mais dinâmicas.
E mais, na escolha de atividade para trabalho de Português, ela influenciou o grupo a criar uma página de jornal, que posteriormente foi complementado com um blog. Ela descobriu que Jornalismo faz parte da área de Comunicações Sociais.
Só tenho a agradecer pela oportunidade que eles tiveram e, desejar que o projeto prospere e que possa incentivar muito mais jovens pré-adolescentes. E que os que já participaram possam conhecer novos roteiros.
Fortíssimo abraço, especialmente para a Prof. Bete e para o Guilherme pela
dedicação.
Enviado por Maria Cecília Leite, mãe de participantes do Eu na USP Jr, São Paulo - SP
Parabéns
O Jornal Jovem, além de promover a cultura, abre as portas para novos talentos, oferecendo oportunidades e reconhecimento aos jovens que procuram entrar para o mundo jornalístico. Obrigada pela oportunidade.
Enviado por Maiara do Carmo Albuquerque, 15 anos. Campina do Monte Alegre - SP
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